MMM promove oficina “Feminismo 2.0: Teoria e Prática” durante a #ArenaNETmundial, em São Paulo

Acontece amanhã, quarta-feira (23/04) a oficina “Feminismo 2.0: Teoria e Prática”. A atividade é promovida pela Marcha Mundial das Mulheres de São Paulo como parte da programação da Arena NET Mundial, evento relacionado à internet que ocorre entre os dias 22 e 24 de abril, no Centro Cultural São Paulo.

A oficina é gratuita e voltada para mulheres. Não é necessário fazer inscrição. Então bora nos apropriar das novas tecnologias! Nos vemos lá! 😉

Foto: Carmen Diaz / Coletivo de Comunicadoras da MMM em ação no 9º Encontro Internacional da Marcha.

Foto: Carmen Diaz / Coletivo de Comunicadoras da MMM em ação no 9º Encontro Internacional da Marcha (2013).

12h – Atividade autogestionada “Feminismo 2.0: Teoria e Prática”

Controle do corpo, repressão da sexualidade, reprodução de preconceitos e incentivo a violência: vemos na internet o mesmo machismo que atinge as nossas vidas nas ruas, nas nossas casas, na escola ou no trabalho. Mas as mulheres dão a resposta com novos coletivos e formas de ação feminista.

Sem dúvida, a internet ampliou as possibilidades de ação feminista. Mas ao mesmo tempo que construímos o feminismo na rede, refletimos sobre a desigualdade que ainda existe no acesso e no uso das novas tecnologias pelas mulheres. Ainda são muitas mulheres que estão excluídas digitalmente, seja porque vivem no campo, porque estão tão sobrecarregadas com as tarefas cotidianas de produção do viver, pela situação de pobreza vários outros motivos.

Por isso, esta oficina se propõe primeiramente a refletir sobre a realidade do machismo nas nossas vidas, seja nas ruas ou nas redes, considerando também o panorama do uso da internet pelas mulheres. Queremos olhar também para a criatividade feminista na rede, e nos inspirar a construir alternativas em nosso cotidiano. Em um segundo momento, iremos explorar formas de fazer um uso mais ativo e político da internet, tais como: se apropriar das redes sociais e blogs, utilizar ferramentas simples disponíveis, como a Wikipédia, para dar mais visibilidade às mulheres na história, usar o software livre como forma de se apropriar da técnica, assegurando nossa privacidade, e por fim, uma proposta de ação prática, buscando visibilizar a participação das mulheres na #ArenaNETmundial com uma cobertura feminista e colaborativa.

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